A viagem por trás de tudo
Tudo começou com uma pergunta simples entre um pai e seu filho adolescente: quanto tempo — e quão bem — uma vida humana pode realmente durar? Para responder, fomos atrás das pessoas que saberiam. De todas elas.
Como a porta se abriu
Antes de existir um filme, existia o longevityadvocate.com — um site que eu criei para escrever sobre longevidade e para dizer, em público e com palavras simples, que esta área importa. Esse site é a razão pela qual os cientistas responderam.
Eu nunca escrevi para nenhum deles como cientista ou médico, porque não sou nem um nem outro. Escrevi como um embaixador da longevidade — alguém cujo trabalho é levar o que eles sabem às pessoas que nunca vão ler o artigo científico. Essa foi toda a proposta, e é por isso que mais de cem deles disseram sim.
O Longevity Advocate continua lá, e continua sendo onde os textos vivem. Venha ler →
O que foi de verdade
De fora, parecia uma viagem para um documentário. De dentro, eram cinco jornadas acontecendo ao mesmo tempo.
Aprender com 100+ dos principais cientistas, médicos e curadores do mundo — a ciência de viver mais.
A jornada emocional — a nossa relação, as conversas difíceis e como sobrevivemos a um ano juntos, lado a lado.
39 países e estados, novas culturas, novas pessoas — conhecendo o planeta em que queremos ter mais tempo.
Alek fez 18 anos na estrada. Um mundo novo se abriu bem na frente dele — e ele entrou nele.
Templos, cerimônias, curadores, silêncio — a jornada interior que se abriu junto com a exterior.
Noite após noite
A cada parada, Alek traçava a viagem no mapa-múndi — uma fita laranja que ia cada vez mais longe.
A história, parada por parada


Gravamos nossas primeiras imagens em Ubud — nervosos, animados, sem saber ainda no que aquilo ia se transformar. Entre templos, cachoeiras e mergulhos, conhecemos o mestre Ketut Arsana e aprendemos a primeira regra: a longevidade começa por dentro.
“A gente ainda não sabia — mas essa viagem ia mudar nós dois.”


Entre coletas de sangue em Bangkok e clínicas em Kuala Lumpur, a verdadeira história aconteceu numa praia no Vietnã — onde um pai e um filho adolescente finalmente conversaram sobre a parte mais difícil: a própria relação. Essa conversa está no filme.
“A melhor coisa que eu fiz nesta busca não foi a ciência. Foi o tempo com o meu filho.”


Em Ogimi, Okinawa — uma das Zonas Azuis do mundo —, ouvimos pessoas que já venceram o jogo. Propósito, comunidade, hortas, risadas. Depois Xangai nos mostrou o outro extremo: dentro da Insilico Medicine, vimos os laboratórios de IA que estão desenhando os medicamentos dos próximos cem anos. Duas pontas da mesma busca — a sabedoria antiga e o futuro da ciência.


O Longevity Summit de Dublin foi a nossa primeira conferência — entramos como estranhos e saímos com amigos. Em Copenhague, era o Alek quem segurava o microfone; em Harvard, ele mesmo conduzia a entrevista. Ver ele crescer dentro desse mundo é o coração silencioso de toda a busca.


O Buck Institute com Eric Verdin. O laboratório de George Church em Harvard. Uma ressonância magnética de corpo inteiro na Human Longevity, com o Alek assistindo através do vidro. É aqui que o futuro está sendo construído — e essas portas se abriram para um pai e um filho com uma câmera.
“Trate a sua mente, o seu coração e o seu corpo como um templo — não como uma lata de lixo.”


Entre as entrevistas, a gente dirigia — por desertos de Nevada e debaixo de sequoias de três mil anos. Árvores que estão vivas há milênios têm um jeito de colocar o seu próprio tempo de vida em perspectiva.


Geleiras vistas de um helicóptero vermelho, flexões num lago congelante, corrida pela região dos fiordes. Se a busca nos ensinou uma coisa, foi esta: viver além não é um resultado de exame. É essa sensação — e todo mundo pode ter.
“É isso que queremos dizer com Live Beyond. Bem aqui.”


Agora estamos na ilha de edição, transformando um ano de imagens no filme — e tudo o que aprendemos no livro, no jogo e neste hub. A busca não acabou. Ela só está ganhando companhia: você.

Quem conhecemos
Cada cientista, médico e curador da estrada tem uma página — com fotos, as palavras deles e onde nos conhecemos.